Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2005

Ansiedade

Não aguento tanto tempo este ruminar no estomago. Este olhar turvo sobre tudo aquilo que é claro e pacífico para os outros. Rumina que rumina! Rói que rói! Mói que mói! Estou estilhaçada e cada pedaço de mim espeta-se nas entranhas de cada pensamento - negro.
Tudo ao redor é uma pasta de papel que desaba no estalar de um dedo e confirma-se o teatro da vida. Dói que dói. Dói!!!!!!!!!!
Dói não conseguir ouvir, cheirar ou sentir, nem ver. Tudo é um atropelo. Não há belo nem feio porque os significados se misturam numa amálgama de vazio.
As lágrimas soltam-se na cadência das letras - é bom!
publicado por Lucidez MSA às 23:44
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2 comentários:
De Anónimo a 13 de Fevereiro de 2005 às 15:00
ohme... hum... hm... será que isso n é fome? :| :(Loti
(http://www.carlota.tk)
(mailto:boink@kkk.com)
De Anónimo a 13 de Fevereiro de 2005 às 11:57
O sol vai e vem...
como tudo...
como nós...
e o mais importante
é que melhor ou pior
estamos sempre lá...
estamos sempre aqui...

Somos uma familia "original?"
Mas SOMOS UMA FAMILIA!

Com espaços funcionais e disfuncionais
Com tempos de encontro e desencontro naturais como as diferenciações de ritmo, estruturas, espaço, tempo,...que fazem o Todo de qualquer linguagem/existência.

Confio que organizarás toda essa desordem, natural e própria de quem está vivo,
num cântico ainda mais especial do que,
o que já és,
na harmonia da tua traquinice e meiguice!

Tens os condimentos todos!

Um beijo Anita aqui está Sol e aí?






Regina Ramalho
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(mailto:regina_ramalho@hotmail.com)

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