Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005

Deixa-te Ficar Na Minha Casa-Filarmónica Gil

Deixa-te Ficar Na Minha Casa by João Gil



Tenho livros e papeis espalhados pelo chão.
A poeira duma vida deve ter algum sentido:
Uma pista, um sinal de qualquer recordação,
Uma frase onde te encontre e me deixe comovido.


Guardo na palma da mão o calor dos objectos
Com as datas e locais, por que brincas, por que ri
E depois o arrepio, a memória dos afectos
Mmmmmm
Que me deixa mais feliz.


Deixa-te ficar na minha casa.
Há janelas que tu não abriste.
O luar espera por ti
Quando for a maré vasa.
E ainda tens que me dizer

Porque é que nunca partiste...


Está na mesma esse jardim com vista sobre a cidade
Onde fazia de conta que escapava do presente,
Qualquer coisa que ficou que é da nossa eternidade.
Mmmmmmm
Afinal, eternamente.


Deixa-te ficar na minha casa.
Há janelas que tu não abriste.
Deixa-te ficar na minha casa.
Há janelas que tu não abriste.
O luar espera por ti
Quando for a maré vasa.
E ainda tens que me dizer

Porque é que nunca partiste...

publicado por Lucidez MSA às 04:24
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1 comentário:
De Anónimo a 15 de Dezembro de 2005 às 19:14
arrepio...M
</a>
(mailto:m@mail.pt)

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